sexta-feira, 30 de julho de 2010

CRISE NA ARGENTINA - Um ALERTA a nação brasileira!



Texto distribuído por ocasião da 77ª AGO da COMADESPE em Piracicaba. Com autorização do autor, reproduzo aqui neste blog, face a grande importância para o povo de Deus.


A Nova lei recém-aprovada na Argentina que oficializa o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo vem deixando evangélicos argentinos em situação vexatória. Após o projeto de lei ter sido sancionado pelo Senado Argentino – uma ação de destruição contra a maior de todas as instituições: a família – a nação gay proclama agora o que chamo de tiro de misericórdia nos evangélicos: a realização de casamentos coletivos e simultâneos de homossexuais em todas as igrejas do país, inclusive as evangélicas. Alguns pastores, por humilhação, outros por vergonha e ainda os que não querem ser presos, estão fechando as portas de suas igrejas e abandonando as cidades.

A catástrofe inesperada que caiu sobre os argentinos vem se dirigindo ao nosso país a passos largos e não há nada que possa deter essa tempestade a não ser uma ação de mobilização geral dos evangélicos brasileiros em sair às ruas e, no segundo momento, elegerem, diante da gravidade do momento, um número expressivo de deputados federais e estaduais (evangélicos) e senadores, os quais possam impedir esta calamidade moral que vem por ai.
Não desejo ser profeta do caos, mas o risco de acontecer no Brasil o que ocorreu na Argentina é enorme. O pior é que muitos evangélicos acreditam que isso nunca acontecerá. O que é estarrecedor é que estamos dormindo e meio cegos com relação às implicações de uma Argentina Já em nossa nação. O que vai acontecer depois daí vai muito mais além do que podemos imaginar.

As parábolas de crise contadas por Jesus são um bom exemplo para nos advertir sobre sermos pegos despreparados diante de catástrofes iminentes. O povo evangélico brasileiro precisa ser sacudido da sua cegueira e nós, lideres evangélicos, necessitamos acordar diante da terrível gravidade do momento. Segundo Jesus, a calamidade virá tão inesperadamente como o ladrão (assaltante)noturno, como o esposo que surge à meia-noite, como o dono da casa que volta dum banquete a altas horas, como o senhor que retorna de uma viagem longa. O alerta do Filho do homem é: “Não se deixem pegar de improviso!”
Estamos vendo a fatalidade aproximar-se, a grande catástrofe está às portas, mas nós estamos descuidados, vivendo como se nada estivesse acontecendo de tão grave, assim como os homens antes do dilúvio e da chuva de fogo.

Este alerta objetiva acordar, escancarar os olhos do nosso povo para a precariedade de sua situação. Como disse Jesus, o terror é iminente, tão inesperado como o assalto, tão terrível como o dilúvio.
Precisamos acordar diante de iminente catástrofe moral que paira sobre os ares da nossa nação. É como na parábola das dez virgens (Mt 25.1-13; Lc 13.22-30), a vinda repentina do esposo (v.6) corresponde à irrupção repentina do dilúvio, ao assalto inesperado, à vinda de improviso do dono da casa chegando dum banquete ou duma viagem. Em todos estes temas, a subtaneidade é imagem da catástrofe que se irrompe inesperadamente. Esta é a mensagem de Jesus: A crise está às portas. Ela chega tão de improviso como, na parábola, o grito: “O esposo vem!”. E fará inexoravelmente a triagem dos homens, ainda que para olhos humanos pareça não haver nenhuma diferença entre eles (Mt 24.40ss; Lc 17.34ss). Desgraçados daqueles que esta hora encontrar despreparados! Portanto, fiquemos vigilantes para não sermos achados dormindo, quando vier a hora da crise!

Estamos recebendo, nestes últimos dias, numerosos e ameaçadores alertas e não estamos nos dando conta da calamidade que se aproxima. A PL 122 e o Programa Nacional de Direitos Humanos são prenúncios de catástrofes a vista.
A mensagem de Jesus para nós evangélicos do Brasil é: A ruína vai cair sobre vocês de modo repentino porque vocês estão dormindo e desavisados, como as cinco virgens da parábola e como o homem que enterrou seu único talento.

Pastores, líderes, povo de Deus em todo Brasil, em face dos alertas de Jesus e da iminente calamidade moral que se aproxima do Brasil, não podemos ficar estado de quem dorme e deixar que a nossa nação seja invadida pela destruição da família. Os evangélicos argentinos, na sua maioria, não acreditavam que a calamidade fosse tão iminente. Ela chegou e os pegou despreparados.
Portanto, evangélicos do país mobilizem-se para orar, saiam às ruas e elejam evangélicos comprometidos com Deus e candidatos que tenham temor no coração. Não deixem a porta se fechar para a liberdade que temos em nosso Brasil.

Lembre-se: Nesta eleição, não estamos lidando com escolhas aleatórias, mas é uma questão de manutenção da moral e dos bons costumes; é um momento onde o dinheiro vale muito pouco, porque o mais importante é o ideal cristão que tem que falar mais alto do que nossas individualidades, preciosismos, egoísmos e problemas pessoais.


POR FAVOR, LIBERTEM O PAÍS DA INFÂMIA E DA ABJEÇÃO!



Autor: Rev. Paulo Cesar Lima da Silva

Postdo por Ev. Anderson Araujo.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Aprendendo a Língua Hebraica.

Curso de Hebraico


Você tem desejo de aprender a língua hebraica? Então, não perca esta grande oportunidade!

Aqueles que estudam as línguas originais sempre estão na frente no quesito de interpretação bíblica.

Você pode fazer este curso de hebraico em apenas 6 meses, e com dedicação você conseguirá ler e falar algumas palavras.

Você deve estar se perguntando: Por que devo estudar o hebraico? Simples, para você não ficar escravo de nenhuma tradução, ou dependendo de nenhum comentarista para explicar o texto que você está estudando.

Cito dois exemplos: Inúmeros pregadores e ensinadores dizem: O nome de Deus é Já (Sl 68.4), então, Deus dará sua vitória JÁ, sua cura chegara JÁ..... etc. Todavia, no original aparece a palavra: יָהּ – Yáh – que é abreviação do tetragrama (4 letras do nome de Deus: Yod, Hei, Wav, Hei) – então, seu nome não é Já, mas, Senhor!

Outro exemplo é a famosa palavra “shekináh”, quem nunca ouviu esta palavra? Até uma criança, já ouviu! Pergunto: o que significa esta palavra? Ela está na Bíblia?

Venha estudar conosco, e você verá a riqueza de se conhecer as línguas originais. Estamos organizando uma turma, com um preço super especial, onde todos terão oportunidade de aprender a língua hebraica. Não fique de fora!

וַאֲנִי יָדַעְתִּי גֹּאֲלִי חָי (Jó 19.25)

Eu sei que o meu Redentor Vive!

Pr Marcelo Oliveira

Atenção: Áqueles que se interessarem em estar participando ou saber mais detalhes sobre este curso, favor entrar em contato pelo email:

anderson.caraujo@hotmail.com

por Ev. Anderson Araújo.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

O Amigo do Noivo.

“A noiva pertence ao noivo. O Amigo do noivo que lhe presta serviço, espera e o ouve, e muito se alegra com a voz do noivo. Pois esta alegria já se cumpriu em mim. Convém que ele cresça e que eu diminua.” João 3:29-30

Essa palavra foi dita pelo profeta João Batista, sendo uma referência a sua missão como precursor de Jesus. Sua tarefa: preparar o caminho do Senhor!

Usamos como texto base a declaração de João Batista por ser biblicamente e historicamente a referência bíblica que melhor se aplica a missão do amigo do noivo. Mas citaremos também outros textos bíblicos que fortalecem as seguintes explicações:


Historicamente Falando

O exemplo de “amigo(s) do noivo(s)” mais antigo registrado em livros seculares, aparece nos registros históricos da civilização egípcia. Mas a figura de “amigo(s) do noivo(s)” é registrado também na histórias de outras civilizações e impérios como: Babilônico, Assírio, Medo, Persa, Grego, Romano, Bizantino e Muçulmano. O Registro bíblico mais antigo é datado no ano de 1857 a.C. quando Abraão envia seu servo (mais antigo, de muita confiança e provavelmente amigo) para buscar uma esposa para seu filho Isaque, seu nome ELIÉZER.

Existem poucos registros na história sobre este assunto. Mas é fato comprovado que os povos mais antigos da humanidade criaram o costume de separar uma ou mais pessoas para prepararem o casamento. Desde a cerimônia, a festa, os convidados, o noivo e principalmente a noiva, desde antigüidade até os nossos dias manteve-se o costume de serem preparados por terceiros.

Nos tempos antigos, costumeiramente os noivos não se conheciam pessoalmente, prática até hoje conservada em alguns povos. O casal só manteria um contato pessoal e direto somente na noite de núpcias. O noivo, para não se surpreender no casamento, separava uma ou mais pessoas para duas missões: a primeira era preparar o casamento; a segunda era de preparar a sua noiva para o grande dia.

Para preparar sua noiva para o casamento, o noivo escolhia a pessoa de sua maior confiança. Uma pessoa leal, fiel e muito íntima sua. Esta pessoa tornava-se então o(a) Amigo(a) do Noivo(a).

Os costumes e papéis desempenhados por estes “amigos(as)” varia muito conforme as civilizações, culturas e costumes. Nos tempos de Jesus, a diferença acontecia por regiões e cidades. Por exemplo: em Jerusalém havia um costume, na Galiléia outro e entre o essênios (provavelmente onde João Batista viveu seu ministério), outro costume bem diferente.

A Missão do Amigo do Noivo - Historicamente

O papel principal a ser desenvolvido pelo amigo do noivo, era preparar a noiva de seu melhor amigo para o casamento. Para que o noivo e a noiva não se decepcionassem no futuro matrimônio, o noivo enviava seu melhor amigo para relacionar-se com sua amada. Os próximos dias do amigo do noivo até o casamento seriam todos dedicados para a noiva. Esta é a razão principal que explica o porquê somente um amigo íntimo poderia desempenhar este papel. Sua missão exige atributos muito pessoais e um rigoroso critério.

Diante deste pressuposto, podemos então fazer uma analogia ao Espírito Santo como o "Amigo do Noivo" (Cristo), que foi enviado pelo próprio Noivo para assistir a noiva (Igreja) em tudo aquilo que for necessário para o grande dia do casamento. (Jo 16:1-15).


Vejamos então alguns Atributos do Amigo do Noivo:


1º Intimidade com o noivo:

O amigo do noivo precisava conhecer muito bem as preferências do noivo. Ele precisava conhecer de forma muito íntima o gosto, manias, defeitos, qualidades, vontades, planos e desejos do noivo para retransmitir estas informações com muita precisão para a noiva.

2º A Confiança do noivo:

Além de intimidade o amigo do noivo deveria gozar de muita confiança. O noivo só enviaria um amigo ou amiga que ele tivesse certeza que cumpriria sua missão. Nem todo amigo estaria apto para desempenhar este papel, portanto o escolhido na verdade gozava de um maravilhoso privilégio.

3º Fidelidade ao noivo:

Se você pensa que a função do amigo do noivo era só preparar a noiva para o casamento você está muito enganado. O amigo do noivo possuía uma tarefa que eu considero uma das mais difíceis: gerar na noiva paixão pelo noivo.

Imagine você se casar com uma pessoa que nunca viu na vida. Imagine amar uma pessoa sem nunca ao menos conversar com ela. O amigo do noivo tinha que gerar no coração de ambos interesse e paixão. O amigo não poderia enganar o noivo fazendo-o acreditar que a noiva estava apaixonada por ele. Era ele que levava as mensagens do noivo para a noiva. Imagine se o amigo do noivo inventasse “moda”, falasse besteira ou prometesse coisas que o noivo não prometeu? O Amigo do noivo tinha que ser fiel na retransmissão das mensagens do noivo para a noiva.


4º Respeito pela noiva

O amigo do noivo não podia se esquecer de algo muito importante: a noiva não é dele! A noiva pertence ao noivo! O amigo do noivo é somente um serviçal, um mordomo, um cooperador, nada a mais e nada menos que isso. Ele não poderia permitir em hipótese alguma que a noiva se apaixonasse por ele. Muito menos ele poderia se apoderar da Noiva. Ela não é dele, mas do noivo! Oh Glória.


Que possamos deixar o Amigo do Noivo, (o Espírito Santo) exercer sua função, preparando a Noiva, (A Igreja) para o grande dia do casamento, Ora vem Senhor Jesus.


Ev. Anderson Araújo.

fonte: Santo Vivo Estudos/ Bíblia Pentecostal

sábado, 26 de junho de 2010

Dar-te-ei dois mil cavalos - Isaías 36:8.


“Dar-te-ei dois mil cavalos se tu preparares dois mil cavaleiros para eles” (IsaÍas 36:8). וְאֶתְּנָה
לְךָ, אַלְפַּיִם סוּסִים--אִם-תּוּכַל, לָתֶת לְךָ רֹכְבִים עֲלֵיהֶם. (Fonética: “ Vê-Etenâh lê-Há alpâim sussîm, im-tuHal latét lê-Há rêHavim aleihêm). Há um verdadeiro treinamento de fé no espaço ou intervalo entre a promessa e o milagre, o acontecer daquilo que foi prometido. O primeiro exemplo bíblico está na vida de Abraão. Deus o chama de Ur dos Caldeus, da sua terra e parentela e lhe faz promessa. Ele pronta e fielmente obedece.

No verso 4 do capítulo 12 de Gênesis, lemos: “Assim partiu, como o Senhor lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de 75 anos, quando saiu de Harã”. A inquietude que sempre mexia no coração de Abraão era o fato de não ter herdeiro e, por consegüinte, já esboçava uma solução: “Eis que não me tens dado semente, e eis que um nascido na minha casa será o meu herdeiro”, Gênesis 15:1-3. Deus prontamente apresenta-lhe a solução: “mas aquele que de ti será gerado, esse será o herdeiro”(v.4).

Os anos se passaram, 24 anos e o capítulo 17:1 mostra que o Patriarca já estava com 99 anos de idade. Nesse capítulo vem, novamente, a reafirmação do nascimento do seu filho prometido. Como é sabido, Deus age no seu tempo. Em hebraico, o tempo comum, é ‘zêmânn’; mas o tempo de Deus é “ét”, ou seja, na ‘estação de Deus’ como o exemplo de Gênesis 18:14 – “Ao tempo (“ét”) determinado”.


Entre a promessa e o cumprimento da mesma na vida de Abrão e Sarai, muitas coisas aconteceram, como a precipitação de Sarai (Sara), em Gênesis 16:2-4, dando Agar como solução da promessa de um filho; os nomes de ambos são mudados para os novos projetos de Deus (cap.17:5 e 15), pois no intervalo para o homem, Deus sempre está trabalhando para cumprimento do seu propósito.

O caso de José é o segundo forte exemplo de treinamento de fé entre a promessa e o milagre. No coração de José havia muitos sonhos e projetos e, na “estação de Deus”, tudo aconteceria! O degrau para ele seria: escravidão, prisão e trono. Como herói sonhador passa por duras provas. O Salmo 105:17 resume: “Mandou diante deles um varão que foi vendido por escravo: José, cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferros”.

O terceiro exemplo é o de Davi. Desde que matou Golias, ainda muito novo, não teve mais sossego e, dia e noite, era cruelmente perseguido pelo rei Saul. Humanamente falando, vivia a um passo da morte (I Samuel 20:3-b). Tornou-se vil aos olhos do seu rei como “cão morto” ou “pulga” (I Samuel 24:14).

Deus sabe como treinar os seus vasos prestes a tomar posse de uma bênção especial, de um milagre. Isaque esperou 20 anos para ser pai (Gênesis 25:20 e 26); Calebe soube esperar em fé por 45 anos para tomar posse da sua bênção (Josué 14:10). Paulo pode dizer antes de Filipenses 4:13 ( “Posso”) - “Já sei”, “aprendi” e “estou instruído” (versos 11 e 12).

Creia que o milagre vai acontecer! Para Deus, já aconteceu; para a fé confiante que espera em “expectativa de fé” (Salmo 40:1, esperar (heb), ‘lekevot’ – esperar em expectativa de fé), tudo está sob o comando de Deus.


DAR-TE-EI DOIS MIL CAVALOS

No texto de Isaías 36:8, há o desafio que vem em forma de barganha por parte do poderoso exército da Assíria: “Dar-te-ei dois mil cavalos se puderes achar cavaleiros para montar”. O rei Ezequias deveria fazer montar neles dois mil soldados. Certamente, havia soldados, contudo, não estavam preparados para a luta, para o combate. Não havia dois mil homens que pudessem guerrear cavalgando. Não estavam preparados para isso mesmo com os cavalos belicamente selados.

A lição para nós hoje é: “Se você aprender a montar, Deus lhe dará um cavalo”; “Se você se preparar para a promessa, Ele a tornará real para você! Prepare-se para “montar” na sua bênção, para tomar posse daquilo que Deus lhe tem prometido, pois fiel é o que prometeu e, “na estação de Deus”, acontecerá, “pois o choro pode durar a noite inteira (longo ou curto intervalo), mas a alegria vem pela manhã” (Salmo 30:5).

Prepare-se para a montaria em fé, oração e ação! O cavalo passará selado à sua frente, pronto para ser montado.

Nele, que cumpre as promessas em Seu tempo;


Ev.Anderson Araújo.


fonte: Café Torah/ Estudos.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

A Falsa Ideologia da Copa do Mundo!


Desde o dia 11 de Junho do mês corrente, estamos vivendo uma febre mundial denominada “Copa do Mundo”, onde pessoas se voltam única e exclusivamente para esta festa futebolística que acontece a cada 4 anos. Os comércios param, as empresas dispensam seus funcionários mais cedo, as torcida se reúnem em bares com amigos ou então em família e tudo parece virar uma festa só, a alegria contagiante de torcedores que aos gritos de euforia empurram seu time (País) que está em busca de um reconhecimento mundial e de um troféu banhado a ouro, para então dizerem durante mais 4 anos que, são OS Melhores do Mundo.



E porque não falar daqueles milhares de pessoas que deixaram seus países, suas casas, seus problemas e foi de malas prontas para a tão sonhada viagem a copa, onde a mídia que é a maior responsável pela divulgação desta festa, transpassa uma Ideologia de que a copa é a festa da União, da harmonia e da paz, onde as diferentes etnias e nações se confraternizam e deixam suas diferenças sociais, políticas e religiosas de lado em prol do seu patriotismo.


Porém, diante desta breve narrativa que acabei de discursar, parece até que a tal Copa do Mundo seria então o “remédio” para esta geração, onde tantas guerras tiram milhares de vidas a cada instante, onde a violência reina, coisas que segundo a mídia não existe em época de copa do mundo, porém temos que lembrar que este evento de Futebolístico só dura 1 mês, e que após o próximo dia 11 de Julho de 2010, tudo voltará a ser o que era antes, todos voltaram para seus países, para suas casas, para seus problemas do cotidiano e aquele espírito da copa, ficará somente na lembrança e nas fotografias que foram tiradas, quantos colocarão a cabeça no travesseiro e terão como companheira a insônia e a depressão se depararão com as brigas e infidelidades conjugais, quantos que talvez usaram a copa como um refúgio para tentar esquecer seus problemas, e se esquecem que tudo isso passará e tornarão a ter que encará-los quando tudo isso acabar? Para alguns seria então melhor que existisse "copa do mundo" todos os dias...


É por isso que nós que somos firmados em Cristo não precisamos da tão falada copa do mundo para sermos mais felizes ou vivermos em harmonia, a nossa Paz é eterna pois quem nos proporciona é o Senhor. Não nos deixamos levar por esses sentimentos momentâneos e passageiros, enquanto pessoas esperam 4 anos para se sentirem melhor, ou para fugir dos problemas, nós os salvos em Cristo vivenciamos isso todos os dias sabendo em quem temos confiado e a quem temos entregado nossas vidas, é como João disse:

“Não ameis o mundo e nem o que no mundo há porque quem ama o mundo o amor do pai não está nele. Porque tudo que há no mundo a concupiscência dos olhos, a concupiscência da carne, e a soberba da vida não são do pai e sim do mundo. Ora, o mundo passa e a sua concupiscência, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”. I Jo 2:15 ao 17.

O que nos diferencia em tudo isso, é que estamos correndo em busca de um objetivo muito mais além do que um simples troféu banhado a ouro, do que fama ou prestígio, coisas que são temporais e passageiras, estamos buscando a vida eterna com Cristo que nos prometeu entregar um prêmio que temos certeza que a ferrugem não comerá e o tempo não apagará da história . Termino este singelo texto com as maravilhosas palavras de Jesus afirmando que:


Ao que vencer, de modo nenhum sofrerá o dano da segunda morte Ap - 2:11,

Ao que vencer, dar-lhe-ei de comer da árvore da vida Ap - 2:7,

Ao que vencer, darei do maná escondido, e seu nome escrito em uma pedra branca Ap – 2:17;

Ao que vencer, e guardar as minhas obras até o fim, darei poder sobre as nações Ap – 2:26;

Ao que vencer, farei com que se assente comigo no meu trono Ap – 3:21;

Que o Eterno continue nos proporcionando a fé necessária para continuarmos firmes e constantes, aguardando o seu regresso em tempo oportuno.


Cristo Esperança nossa;

Ev. Anderson Araújo.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Uma Preciosidade da Língua Hebraica.



"Um texto belíssimo escrito pelo meu amigo Pr. Marcelo de Oliveira, do blog A Supremacia das Escrituras, trazendo um riquíssimo conhecimento da língua hebraica á todos os que amam e desejam um maior aprofundamento nas Escrituras Sagradas".



“Veio a mim a palavra do Senhor: O que é que vês, Jeremias? E eu respondi: Vejo uma vara de amendoeira. Disse-me o Senhor: Viste bem, pois eu velo sobre a minha palavra, para a cumprir” (Jr 1.11,12)



Este texto está dentro do contexto da vocação de Jeremias por Deus para ser profeta. Jeremias estava querendo resistir ao chamado, dizendo que era muito jovem, que não sabia falar, mas Deus insistia e, através de duas visões, lhe dá a certeza que cumprirá a sua Palavra, a qual Jeremias deveria profetizar.


O texto acima, é a primeira visão, na qual Deus assegura que irá cumprir a sua palavra.

A chave deste dois versículos, está no jogo de palavras entre שָׁקֵד ( [shaqued] “amendoeira”) e שֹׁקֵד ( [shoqued] - forma verbal – “o que vela, o que vigia”).


O que tem a ver um com o outro? Que mensagem é transmitida através deste jogo de palavras?

Neste exemplo, vemos a riqueza da língua hebraica, onde vemos um jogo de palavras. São duas palavras formadas pelas mesmas consoantes (Shin, Kof, Dálet), ou seja, que possuem a mesma raiz. A única diferença entre as duas palavras é a 1º vogal. Uma é “a” e a outra é “o”. Quem conhece a língua hebraica capta este jogo imediatamente ao se deparar com o texto original sem precisar de algum comentário.

Você deve estar se perguntado: “Qual é a relação da vara de amendoeira com a Palavra do Senhor”?

A amendoeira é a primeira flor a florir depois do inverno. Pode-se dizer que ela desperta cedo e já está alerta enquanto as outras árvores começam a florir. O erudito William L. Holladay diz que “ela (a amendoeira) vigia pela chegada da primavera”.

Jeremias vem da cidade de Anatot, que é um centro de plantio de amendoeiras. As amendoeiras fazem parte do seu cotidiano. Podemos imaginar Jeremias olhando um galho da amendoeira e fazendo uma livre associação, através dos sons, com o verbo “estar acordado, alerta, despertado, vigiando, velando” e ver nisto uma mensagem de Deus que lhe assegura que Ele irá velar, cuidar da sua Palavra para que esta se cumprisse logo.


וַיְהִי דְבַר־יְהוָה אֵלַי לֵאמֹר מָה־אַתָּה רֹאֶה יִרְמְיָהוּ וָאֹמַר מַקֵּל שָׁקֵד אֲנִי רֹאֶֽה׃

וַיֹּאמֶר יְהוָה אֵלַי הֵיטַבְתָּ לִרְאֹות כִּֽי־שֹׁקֵד אֲנִי עַל־דְּבָרִי לַעֲשֹׂתֹֽו׃




Wayehy devar Adonay Elay Lemor Ma Atah Roeh Yirmeyahu Va Omar Maqqel Shaqued Ani Roeh. (Jr 1.11)

Wayomer Adonay Elay heytavta Lir’ot Ki Shoqued Al Devary La Asôto (Jr 1.12).



"Se você estiver interessado em aprender mais sobre esta língua sagrada (o Hebraico), entre em contato conosco pelo e-mail: anderson.caraujo@hotmail.com e estaremos dando mais detalhes de como fazer para obter as aulas com preço promocional". Voltaremos em breve a dar mais detalhes sobre as aulas de hebraico neste blog.


Fonte: Blog A Supremacia das Escrituras,
autor: Pr. Marcelo de Oliveira.


por Ev. Anderson Araújo.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

O Mar já não existe!


"E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram e o mar já não existe". Ap 21:1.


O alvo e a expectativa final da fé da Igreja é de um novo mundo, transformado e redmido, onde Cristo permanecerá com seu povo e a justiça reinará em santa perfeição. O amoroso apóstolo João, tem o vislumbre de um futuro bem próximo onde os Escolhidos do Senhor terão uma recompensa por todas as adversidades que enfrentaram aqui neste tempo presente (Rm 8:18), ele observa atentamente a visão de um novo céu e de uma nova terra na qual nunca havia visto antes, fico a imaginar que visão maravilhosa teve nosso irmão João. Porém, o que me chama a atenção nesse episódio vivido pelo apóstolo, é justamente o que ele (João) não viu, é a última parte do versículo supracitado onde ele diz: "E O MAR JÁ NÃO EXISTE", Interessante não? fiquei a meditar então na referência que João faz por não contemplar naquela visão o MAR, a partir de então, Deus me fez entender a mensagem que João queria passar para os leitores deste capítulo tão peculiar. Quando João enfatizou que O mar não existe entendi que alguns significados importantes existem por tráz desta frase:


Mar simboliza: Inquietação, Dúvidas e Separação:

O apóstolo do amor era um pescador por profissão (Mc 1:19,20), portanto sabia muito bem lidar com o mar e as suas intempéries. Quantas madrugadas frias e escuras não passou João nas águas geladas do mar da Galiléia exercendo seu papel de pescador, porém, sabia ele o quanto era difícil lutar contra o vai e vem das ondas, as cheias das marés e a dificuldade de pescar em um mar revolto e Inquieto. João ao contemplar a visão, enfatiza que o Mar já não existe, entendo que ele lembrou-se de quantas vezes teve que enfrentar águas agitadas, tempestades com fortes ventos, a própria inquietação dos discípulos ao ver o seu barco indo quase a pique e Jesus levantando-se na ocasião e repreendendo a Inquietação do mar e a fúria do vento (Mc 4:35 ao 41), então, ele se depara com a visão dizendo: Eu ví um novo céu, e uma nova terra, mas Mar eu não vi. oh glória. quando chegarmos ao céu e desfrutarmos desta gloriosa visão que teve João, não existirá mais Inquietação alguma que nos tire a paz, a tranquilidade, a bonança, nãom viveremos mais preocupados com o amanhã, nem com o que vai acontecer no futuro. Não haverá mais ansiedade que corrói a alma e nem frustrações que dilaceram corações, mas, somente haverá alegria e gozo eternal, pois, O Mar já não existe .

Não haverá mais Dúvidas:

Assim como Inquietação, o mar simboliza Dúvida, porquê? porque todas as vezes que os discípulos levavam seus barcos para o mar para a pesca, eles não sabiam o que iriam encontrar pela frente, simplismente se preparavam, colocavam suas redes no barco, seus acessórios de pesca e partiam para mar alto no intuíto de trazerem seu sustento, porém, não havia uma certeza de pesca bem sucedida e quantas vezes eles voltaram para praia de mãos vazias sem nenhum peixe em suas redes, lembremos que em uma ocasião Jesus manda os discípulos voltarem ao mar alto e jogarem as redes, pois naquela madrugada não haviam pescado nada, mas, segundo a palavra de Jesus, eles entraram novamente no barco e obedeceram a palavra do Mestre, quando recolheram as redes haviam muitos peixes que quase rompiam as redes (Mc 5:1 ao 11).


Nosso dia a dia não é diferente, fazemos nossos deveres, tomamos decisões porém, em muitas situações encontramos dúvidas, faço ou não faço, prego ou não prego, canto ou não canto, e muitas outras interrogações que invadem a nossa mente, quanto mar de dúvidas não enfrentamos no nosso dia a dia, mas João nos anima afirmando com toda avidez, que quando chegar o grande dia o Mar de Dúvidas não existirá, tudo será visível, esclarecedor, limpo, claro e objetivo, não haverá mais SEPARAÇÃO , como existem nos mares aqui desta terra, como por exemplo os OCEANOS ( Índico, Pacífico, Atlântico) que separam os continentes e os povos , nações e etnias, mas na visão de João o Mar não existe, então podemos afirmar segundo a Palavra que lá não haverá separação alguma, Jesus disse:


"Quem vencer herdará todas as coisas, e eu serei seu Deus, e ele será meu filho." ( Ap 21:7), estaremos então para sempre com Ele, veremos seu rosto, e reinaremos com ele em glória para todo sempre, amém.


Tenhamos a certeza que este glorioso dia está muito mais perto de nós, do que quando aceitamos a fé, ora vem Senhor Jesus.


Nele que virá muito em breve para nos buscar;


Ev. Anderson Araújo.